terça-feira, 7 de maio de 2013

Comentário no blog de um colega

Após diversas visitas em blogues criados pelos colegas desta disciplina, achei interessante a imagem e análise da colega Lizi, às quais pode-se conferir no link abaixo:


A noção que forjamos de igualdade se baseia em nossa profunda necessidade de nos sentirmos melhores. Melhores para nós e melhores para os nossos pares. Melhores do que os piores. Mas quem ou o que são os piores afinal? Nossos estudos devem ter como premissa a identificação do que de fato é pior, não do que nos é imposto como pior. A igualdade que tanto que é clamada em alguns momentos, primeiro passa pelo nosso crivo interno, e percebemos assim até que ponto nos comportamos como iguais, sendo desiguais como somos. Até onde respeitamos a desigualdade do outro e a nossa consequente desigualdade, considerando a sua posição e relevância no contexto?

2 comentários:

  1. Mônica, também gostei muito da imagem que Lizi postou no seu blog. Bem, vamos aos conceitos. Você quis dizer que devemos, precisamos, é urgente respeitar as diferenças e não propriamente a desigualdade. A diferença é que nos faz singulares e interessantes, mas precisamos de igualdade na diferença. Que tal te parece esta ideia?

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    1. Igualdade na diferença. Como se daria isso? Quando falo de respeitar as diferenças, penso no quanto as pessoas julgam os outros por sua maneira de ser e não se permitem entender que cada um age segunda seu entendimento, isso é o que nos faz sublimes, nossa capacidade de raciocinar diferente e aprender e ensinar o que de diferente há, em tudo.
      Tentei pensar como seria a igualdade na diferença e continuo sem entender. O professor dever tratar seus alunos como iguais? E se alguns forem menos iguais que outros, como ficam o que não se encaixam? Como ficam os professores que não sabem o que fazer com os diferentes?
      Talvez tu estejas falando de juntar as diferenças de cada um e tentar construir algo com isso, tentar abordagens diferentes em uma sala de aula, algo que contemple 90% do alunado. Mas como fazer isso sem ficar maluco?

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